blog leitura maravilhosa

10/08/2012 17:52


 

 

KATIELLE 06/08/2012

O Mendigo
Não sei exatamente o que escrever, pois tenho sentimentos controversos em relação a ele.
Eu gostei do livro, tem uma história bonita, mas não é uma coisa que tenha prendido a minha atenção.

Conta a história de um grupo de amigos, cada um com o seu jeito de ser e um mendigo.
O mendigo se chama Herbert, um dia ele está passando na rua e é atingido por uma bola, ele fica bem e logo começa uma amizade com os jovens.

O grupo de amigos simpatiza muito com Herbert apesar de ele ser um mendigo, mas sempre tem uma pessoa que é do contra. Sandra não aceita que o mendigo que o mendigo ande na sua vila e pior não aceita que os seus amigos tenham uma amizade com ele.

Sandra é o tipo de menina mimada, não trabalha, não estuda e acha que o mundo gira a seu redor, ela quer ser rica, mas não quer fazer nenhum esforço para trabalhar, pelo contrário ela quer e sua mãe também quer que ela case com um homem rico e tenha uma vida de rainha.

Um dia Sandra está andando na rua e é atacada por duas pessoas, mas Herbert passando pelo local bem na hora, a salva. Sandra não aceita que o mendigo tenha salvado a sua vida e se volta contra ele.

É aí que entra toda a sabedoria do mendigo. Os amigos de Sandra não aceitam as atitudes de Sandra, mas Herbert conversa com cada um deles, tentando que eles entendam que ele não está bravo com ela e com o tempo tudo vai mudar, Sandra irá mudar que ela irá entender que o mundo não gira em torno dela.

O grupo de amigos não entende como Herbert possa ter tantos ensinamentos a passar porque ele é um mendigo. De onde vem tanta sabedoria? De onde é Herbert? Qual é a sua verdadeira história? Porque ele vive nas ruas?
Isso, só lendo vocês irão descobrir.

O livro fala do verdadeiro valor da amizade, de quanto vale uma pessoa ajudar a outra que está necessitada. Têm passagens belíssimas, Edson escreveu com sentimento e coração. É quase um livro de filosofia, nos faz refletir em nossas vidas.

“- Sim bom moço, é assim que a vida é. Ninguém pode se isolar achando que é autossuficiente, e, como o moço bem sabe ninguém é tão rico que possa comprar o mundo todo e nem tão pobre que não possa compartilhar um sorriso, não é verdade?” (Pág. 14)

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